E-commerce, ou comércio eletrônico, é uma modalidade de negócio em que as transações são realizadas por dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores, tablets e smartphones, por meio de sites ou aplicativos.

É claro que o varejo também evoluiu e mudou com o passar dos anos, acompanhando o comportamento dos clientes. Atualmente, as pessoas valorizam novas formas de comprar e prezam principalmente pela praticidade e segurança, especialmente nos grandes centros urbanos.

O uso da internet como uma maneira de estabelecer um canal de vendas e relacionamento com os clientes pode ser bastante positivo para as empresas. Principalmente quando empregada da maneira mais adequada para o público alvo da empresa.

O que é o e-commerce?

O e-commerce é uma abreviação de eletronic commerce, que significa comércio eletrônico. Trata-se de um tipo de loja online, em que a compra e venda é feita pela internet. Esse modelo de negócio ganhou bastante popularidade nos últimos anos. Ele agrega autonomia e a possibilidade de ampliar as vendas de produtos e serviços, desde uma persiana motorizada, por exemplo, até um projeto de decoração.

As vendas pela internet podem ter sofrido certa resistência ao início, mas depois os consumidores mais jovens, principalmente, perceberam que a internet é um ambiente seguro para as compras. 

E-commerce, loja online e marketplace

Vale a pena ressaltar as diferenças entre os conceitos de loja online, e-commerce e marketplace, que podem ser facilmente confundidos. Todo e-commerce é uma loja online, mas nem toda loja online é um e-commerce; para isso, é preciso que a plataforma venda produtos ou serviços de uma única empresa, como uma fabricante de móveis de madeira para área externa e outros tipos de móveis, para exemplificar.

Já o marketplace é uma espécie de vitrine virtual para diversas empresas, em que o consumidor encontra produtos de diferentes lojas em exibição na mesma plataforma e com pagamento intermediado. É um modelo que pode funcionar bem para lojistas que querem experimentar o modelo de vendas online ou oferecer apenas alguns dos produtos disponíveis na loja física.

Ao contrário da loja online e do e-commerce, o marketplace não demanda a compra de um domínio, assim como outros gastos e etapas necessárias para a realização das vendas online em sites próprios. Nesse caso, basta inserir os produtos na plataforma escolhida e aproveitar da autoridade do site escolhido para atrair compradores.

O marketplace pode ser uma boa ideia também para lojistas que vendem produtos genéricos, como uma lâmpada de led para sanca, por exemplo, pois ajuda o empreendedor a evitar a concorrência e o trabalho necessário para a abertura de um site próprio. 

Já os empreendimentos que têm um nicho definido e querem atingir uma audiência mais segmentada, podem desfrutar de mais vantagens quando se inserem no mundo digital com um e-commerce. Um exemplo que pode ser citado nesse caso é uma empresa focada na projeção e instalação de iluminação para piscina de fibra.

Entretanto, nada impede que o empreendimento coloque um produto que tem público mais segmentado em um marketplace. Tudo depende de quanto tempo e recursos a empresa está disposta a investir nessa migração ou crescimento dos negócios.

Vantagens de investir em um e-commerce

Atualmente, as vendas podem ser feitas em diversos canais online, com diferentes características e possibilidades. As redes sociais e o e-mail marketing podem ser citados como ferramentas geralmente empregadas na divulgação dos negócios, mas que também podem assumir as vendas mais diretamente. Entretanto, os e-commerces apresentam uma série de vantagens, dentre as quais é válido ressaltar:

Flexibilidade de tempo

Principalmente nos casos de negócios como o embelezamento de cabine de elevador, o profissional não precisa necessariamente ter um escritório para suas atividades. Então, o e-commerce pode tornar o trabalho autônomo mais simples e barato.

Os empreendedores podem criar a loja virtual para oferecer os serviços e se dirigir diretamente ao local em que irá ser feita a atividade. Em outros casos, não precisam nem encarar o trânsito de ida e volta, e podem trabalhar direto de casa.

Autonomia

O ambiente online representa mais liberdade e autonomia para as marcas. Uma fabricante de tapete de grama esmeralda, por exemplo, pode criar uma página na cor verde, temática, com um layout alinhado ao seu produto e público-alvo. As decisões podem ser tomadas com muito mais independência e autonomia, mas devem sempre seguir as expectativas da audiência.

Baixo investimento

Para lojistas que desejam aumentar o faturamento do seu negócio, diversificando as fontes com pouco investimento, o e-commerce pode ser uma ótima solução, porque não envolve os custos fixos que as lojas físicas têm.

No início será necessário investir em um domínio e um servidor para hospedar o site, serviços que contam com planos anuais acessíveis. Também existem templates prontos na internet, dispensando a necessidade de contratar programadores ou designers, com a escolha da ferramenta mais adequada para cada caso.

Depois, no caso de lojistas que migram completamente para os negócios online, não vai ser preciso se preocupar com despesas como aluguel, contas e salários de funcionários. Quando o negócio envolve um depósito de produtos ou ferramentas, como seria o caso de uma empresa especializada em aquecedor de piscina externo, ou outros maquinários, por exemplo, é preciso planejar o local e os custos envolvidos.

Vendas escaláveis

Nas lojas físicas os processos de compras costumam ser mais complexos. Muitas vezes é preciso abordar o possível cliente, acompanhá-lo durante a sua avaliação sobre os produtos ou serviços, aproveitar as oportunidades de apresentar as vantagens, sem desrespeitar o espaço do consumidor e, com sorte, fechar a venda. É o que pode ocorrer na contratação de serviços de pintura comercial, por exemplo.

Nos e-commerces as etapas da jornada de compras são mais dinâmicas. Além disso, a plataforma pode realizar diversas vendas ao mesmo tempo, à partir de um mesmo anúncio. 

No caso de produtos físicos, é preciso pensar na montagem ou ampliação do estoque. Já os produtos digitais têm retorno enquanto ficam disponíveis para acesso.

Como migrar da loja física para o e-commerce?

O comércio eletrônico pode agregar muitos benefícios aos negócios em diferentes segmentos, em empresas de diversos tipos e tamanhos. 

Entretanto, é preciso que os empreendedores entendam a dinâmica deste tipo de negócio, e algumas dicas podem ser bastante úteis, como:

  • Utilizar o conhecimento prévio para captar bons resultados;
  • Investir em cursos ou capacitações para conhecer o ambiente digital;
  • Estudar a concorrência e analisar suas ações online;
  • Certificar-se de estar visível nas principais ferramentas de busca;
  • Garantir bom posicionamento nos mecanismos de buscas, com técnicas SEO;
  • Investir em publicidade paga quando necessário e adequado;
  • Redefinir a logística do negócio;
  • Apostar em produtos vendáveis, com boa apresentação em página atraente;
  • Investir em uma boa descrição dos produtos, e destacar lançamentos;
  • Focar nas qualidades e benefícios dos produtos, não em características;
  • Ter um menu intuitivo e direitos do consumidor em fácil acesso;
  • Investir em Marketing de Conteúdo para divulgar o empreendimento;
  • Expor a avaliação de compradores no e-commerce;
  • Incentivar o compartilhamento da página nas redes sociais;
  • Sempre acompanhar as mudanças do mercado.

Com relação à logística do e-commerce, vale a pena lembrar que no caso de produtos físicos as entregas devem ser planejadas. O mesmo ocorre com o estoque de produtos. Aspectos como prazos de entrega, custo para o frete, políticas de troca e devolução também devem ser pré-determinados, e devidamente informados aos consumidores, evitando problemas ou imprevistos.

O Marketing de Conteúdo aparece então como uma forma de criar uma estratégia de divulgação em diversos canais, com redes sociais, e-mail marketing e conteúdos com postagens constantes em blogs, agregados ao e-commerce. 

Ao oferecer um conteúdo informativo ou de entretenimento de qualidade e que ajude o consumidor ao longo da jornada de compras, a empresa tem mais chances de conquistar o cliente. Mas para isso é preciso conhecer profundamente o seu público-alvo, entendendo que tipo de assunto pode ser abordado e a melhor forma de fazer isso.

A conclusão é que os lojistas não precisam ter medo das mudanças que o futuro reserva aos seus negócios. Eles já podem contar com essa nova forma de chegar até os seus clientes, que é o comércio pela internet.

Desde que saiba se diferenciar no mercado, indo além do básico, o empreendedor consegue oferecer o seu produto ou serviço para mais pessoas e com maior valor agregado, ao investir nas plataformas de e-commerce paralelamente às suas lojas físicas.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


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