Nos últimos períodos muito tem se falado sobre o desemprego. Realmente é um assunto importante e que interessa a toda a sociedade, sobretudo, à nós.

Quando as pessoas estão empregadas a economia flui e todos ganham. As famílias, as empresas e o governo.

O levantamento dos dados sobre o desemprego é de sumária importância. Eles medem a eficácia das ações governamentais para coibir o aumento do desemprego. No entanto, os dados não devem ser analisados per si só.

É vital que a análise seja contextualiza. E o que significa isso? Ao levar em conta os dados, é preciso avaliar as circunstâncias que ocasionaram ou propiciaram os números.

Por exemplo, se se compararmos os números de um jogador do meio de campo e de um de defesa, certamente o meio campista terá errado mais passes e perdido a bola mais vezes durante o jogo.  

Mas será que ele é o pior entre os dois? Certamente não! Se avaliarmos todos os números, veremos que ele foi o mais acionado, portanto, mais exposto e consequentemente mais sujeito à erros.

O mesmo ocorre com os resultados das pesquisas. É preciso analisá-los com atenção.

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MUDANÇAS NO MERCADO DE TRABALHO NO SÉCULO XXI

As novidades que experimentamos a cada dia, especialmente as que vieram depois da Segunda Guerra Mundial, estão intimamente ligadas ao novo mercado de trabalho no Século XXI. E sabe o porquê?

Vou começar com dois exemplos simples: Eu tenho certeza de que você não carrega grandes quantidades de dinheiro na carteira como se fazia em outros tempos. Hoje não é necessário sequer sair de casa para comprar ou pagar algo, pois você pode fazer tudo de qualquer lugar.

Esse novo comportamento é visto como comum, por isso seus impactos passam despercebidos.

As agências bancárias de outros tempos contrastam com as dos dias atuais. Naquele tempo havia uma grande quantidade de pessoas trabalhando, enquanto hoje 15 pessoas, em média, já é o suficiente para o bom funcionamento de uma agência.

Os cobradores de ônibus também são cada vez mais raros. Estão sendo substituídos pelos cartões eletrônicos.

Essa é a consequência da automatização. Ao passo em que a tecnologia trouxe grandes ganhos para a sociedade, prejuízos também entraram na equação.

O maior deles é o fechamento dos postos de trabalho. O problema é que não se trata de um simples fechamento temporário, mas definitivo, o que inspira novas atitudes dos trabalhadores.

O NOVO MERCADO DE TRABALHO

Aceitar as mudanças não é fácil! Entretanto, esse é um grande desafio para todos nós, nesse começo de Século.

As relações que estávamos acostumadas serão cada vez mais raras e precisamos nos adaptar.

A ideia de ter dois ou três empregos a vida toda, estar à disposição da empresa para os cargos e funções determinados por ela, registro em carteira é cada vez mais remota.

Segundo especialistas, as pessoas passarão em média por oito empregos durante a carreira. Entre um e outro poderá ficar até dois anos para conseguir uma recolocação.

E o que faremos nesses casos?

Eu tenho uma boa notícia e por isso estou falando do mercado de trabalho no Século XXI.

Emprego não é trabalho. Emprego é o vínculo direto entre uma empresa e a pessoa, mas para trabalhar você não precisa estar empregado. E por isso lá trás disse para ter cuidado as estatísticas do desemprego com cuidado.

Imagine se todas as pessoas que estão sem emprego estivessem sem trabalho? O caos estaria instalado na nossa sociedade.

Quem era registrado e não está empregado, pode estar trabalhando como autônomo, prestando serviços como PJ, por conta própria e etc. Temos que nos acostumar a essa ideia se não quisermos ficar no “acostamento”.

NOVAS RELAÇÕES DE TRABALHO – NOVOS COMPORTAMENTOS

Por que essa realidade assusta tanto? A resposta é muito simples: ela nos convida a sermos protagonistas das nossas vidas e não fomos preparados para isso, pelo menos em relação ao trabalho.

Desde crianças fomos educados a estudar, encontrar um emprego e alcançarmos a estabilidade. É por isso que os concursos públicos são bem concorridos.

Mas isso pode ser mudado e tudo depende de como olhamos para o problema. Na verdade, quando o encaramos de frente, somos capazes de enxergar possibilidades e existem muitas. Mas é preciso ter consciência de que não haverá ninguém controlando os seus passos no mercado de trabalho do Século XXI.

Não haverá um departamento pessoal para cuidar de interesses particulares, conforme nos acostumamos.

Devemos ter em mente outras preocupações, que até então não nos competiam. Vou elencar alguns:

  • Recolhimento do INSS;
  • Economias para períodos sem trabalho e para compensar a ausência de 13º salários;
  • Reserva de dinheiro para compensar a ausência de um FGTS;
  • A contratação do Plano de Saúde é por nossa conta;
  • Custeio das atividades operacionais (alimentação, transportes, comunicação);
  • Declaração e recolhimento de tributos também por nossas contas.

Tudo isso requer mais administração. Exige dos profissionais planejamento, organização, controle e atitudes que em outros contextos ficariam a cargo de um terceiro. Determina maior compromisso do indivíduo, além de outras habilidades que não eram necessárias, tais quais negociação, capacidade de comunicação e visão holística, por exemplo.

QUAIS AS VANTAGENS?

Eu sei que você deve estar pensando: Mas esse Ernesto é mesmo um fanfarrão.

Vem aqui e fala que não teremos mais registros em carteira, as empresas gerarão menos empregos, teremos que contribuir com a nossa aposentadoria, recolher os tributos.

 E as Férias? E o que ganharemos nesse tal de mercado de trabalho do Século XXI?

Ora! Imagine o quão difícil é ficar sem empregos por longos períodos. Os impactos que isso causa nas finanças são terríveis. Depois de empregada, a pessoa leva um bom tempo até deixar a casa em ordem:

 Pagar as contas atrasadas, fazer reformas necessárias ou comprar itens que deixaram de ser adquiridos. Reduz o tempo de contribuição para fins previdenciários, o que atrasa a aposentadoria, que por si só tende a ser mais tarde no futuro.

Eu estou dizendo que você não precisa ficar sem trabalho. Essa é a maior de todas as vantagens. Eu acredito que você tem inúmeras habilidades que em determinados momentos serviram às empresas.

Eu sei que você tem conhecimentos de grande serventia às pessoas. Então por que não oferecê-los de forma direta? Você mesmo? Se você os oferece para as empresas, ofereça-os aos consumidores finais. Pode acreditar. Tem muitas pessoas precisando de você.

Faltou uma última vantagem. Eu a deixei para o final de propósito. Se você for diligente na organização, aprender as técnicas de gestão e implementá-las no seu negócio, os ganhos serão maiores do que se trabalhasse como empregado.

A lógica é muito simples: a empresa paga o salário dos empregados vendendo aquilo que eles produzem.

Se o seu trabalho pode gerar dinheiro, que gere para você.

PENSE NISTO

É óbvio que conseguir um emprego em um multinacional, ter duas férias por ano, um bom plano de saúde com cobertura para a família, salários de cinco dígitos e variados benefícios é o sonho de muitos e o objetivo de outros. Eu não seria insano em dizer que você está errado.

O problema é que esta realidade será cada vez mais distante. E isso não significa que você não terá todas essas vantagens.

 Você poderá tê-los, desde que construa os meios necessários para conquistá-los. Se você está encontrando dificuldades para se reinserir no mercado de trabalho ou insatisfeito com a empresa onde trabalha, pense nessa possibilidade.

Ao longo da sua carreira você acumulou conhecimentos e habilidades que interessam à muitas pessoas e elas pagariam uma quantidade razoável de dinheiro para obtê-los. O que te impede de “vender” os seus talentos e conquistar a sua independência?

Se quiser saber mais sobre esse assunto e como viabilizar o seu projeto, continue nos acompanhando. Ao longo das próximas semanas postarei uma série de vídeos que tratam desse assunto.

Vou mostrar como você pode começar um negócio e se manter com você mesmo.

Se quiser entrar em contanto, envie-me um e-mail. Eu quero te mostrar como o marketing e a gestão de negócios podem  te ajudar a mudar a história da sua vida, e as das pessoas que precisam do seu know-how.

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